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Alibaba lista 10 tendências do e-commerce na China para 2022

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A China é líder global em inovação no e-commerce. Em 2021, o país contribuiu com mais da metade das vendas online do mundo, superando o faturamento total da Europa e dos Estados Unidos. Hoje, a China tem a maior população de compradores digitais, totalizando mais de 780 milhões de pessoas.

Os e-commerces do Alibaba Group (AliExpress, Taobao e o próprio Alibaba) estão entre os mais procurados ​​para compras online. Os sites vendem uma grande variedade de produtos, desde eletrônicos até roupas e utensílios domésticos. De acordo com uma pesquisa realizada pelo Alibaba, algumas tendências estão ganhando força no e-commerce chinês em 2022. Confira agora as 10 principais.

1 – Redução das emissões de carbono

O Alibaba Group prometeu diminuir as emissões de carbono em suas operações até 2035, em meio a um esforço global para combater as mudanças climáticas. A empresa é a primeira plataforma digital a definir essa meta.

2 – Sustentabilidade

Ano passado, o Singles’ Day (maior festival de compras da China) que ocorre anualmente em novembro, confirmou o compromisso do Alibaba com a sustentabilidade. O verdadeiro valor deste evento foi além dos números de vendas (US$ 84,54 bilhões em volume bruto), pois mostrou como é possível aproveitar melhor as tecnologias mais recentes do Alibaba para apoiar marcas e comerciantes na condução do crescimento sustentável e inclusivo.

3 – Compra de segunda mão

De propriedade do Alibaba, o maior e-commerce de segunda mão da China, o Idle Fish, simplifica a venda de itens usados. Esse modelo de negócio, também conhecido como re-commerce, está crescendo na China, especialmente entre as gerações mais jovens com poder de compra limitado.

4 – Logística

Por trás de toda grande plataforma de e-commerce está uma ótima logística para atender de forma eficiente às expectativas dos consumidores. Para as empresas se manterem competitivas na China, elas devem equipar seus centros de distribuição com tecnologia de ponta, criando um processo eficiente. Isso evita atrasos na entrega dos pedidos, reduzindo a insatisfação do cliente e melhorando a receita da loja.

5 – Transmissões ao vivo

Pontos turísticos como o Museu do Prado, na Espanha, o Palácio de Versalhes  e o  Louvre, na França, estão se unindo a plataformas de e-commerce para transmitir eventos culturais em tempo real. As transmissões ao vivo podem exibir links diretamente para as mercadorias do museu, como pôsteres da Mona Lisa ou réplicas de vasos da Dinastia Ming. 

6 – Mercado de luxo

A previsão é que a China se torne o maior mercado de luxo do mundo até 2025. À medida que os compradores chineses impulsionam a recuperação global nas vendas de luxo, as marcas procuram entender esse grupo de consumidores com mais profundidade.

7 – Consumidores jovens

Na China, os jovens de alto poder aquisitivo estão moldando o mercado consumidor. A partir de suas preferências atuais será desenhado o mercado do futuro. Grandes e-commerces chineses já perceberam que é preciso focar nos hábitos de compra da geração Z digitalmente nativa, devido a sua enorme influência nas tendências de consumo. 

8 – Robôs autônomos

Os robôs revolucionarão o e-commerce ao automatizar as entregas. O Alibaba vê uma frota de robôs como uma maneira rápida, confiável e relativamente barata de atender à crescente demanda por compras online na China. A entrega é um problema para muitas lojas virtuais. Os entregadores podem se confundir tentando encontrar o endereço do cliente. Por outro lado, os robôs do Alibaba poderão fazer a entrega sem erros, já que os algoritmos da empresa traçarão a rota mais rápida.

9 – Lojas virtuais com pechinchas

A China tem milhões de trabalhadores migrantes rurais que estão à procura de pechinchas na internet. Dentro de suas possibilidades financeiras, buscam comprar produtos de qualidade. Os consumidores das áreas mais pobres da China também estão cada vez mais recorrendo às lojas virtuais para economizar dinheiro.

10 – Cidades pequenas

Além de Pequim e Xangai, o Alibaba está se movimentando para atender as cidades de baixo crescimento da China. Essa população é mal atendida pela maioria dos e-commerces do país. O Alibaba atingiu uma taxa de penetração de 99% nas cidades de nível 1 e 2 da China e está buscando se aprofundar em áreas menos desenvolvidas.